terça-feira, 2 de outubro de 2012

A história da regra do impedimento

Via DiBico E.C., parceiro do Boleiros da Arquibancada (Matéria do dia 28/09/12). 

02/10/12 - Não há uma partida de qualquer campeonato que seja em que a torcida não reclame de um erro da arbitragem em relação à lei do impedimento. Com certeza, esta é a regra mais gera polêmica no futebol. Só na última rodada do Brasileirão, tivemos várias reclamações, mas duas chamaram mais a atenção.

A primeira foi na partida entre Botafogo e Corinthians, quando Martínez, em posição irregular, foi derrubado na área e sofreu o pênalti, convertido por Douglas. A segunda ocorreu do duelo entre Figueirense e Palmeiras, onde Marcos Assunção marcou mais um gol de falta. Porém, o meia Valdívia estava impedido, tampando a visão do goleiro adversário. Mesmo não tocando na bola, o árbitro Wilton Pereira Sampaio entendeu, corretamente, que o chileno participou da jogada.
Por conta de toda esta polêmica, o DiBico traz para você a história da regra do impedimento:
Tudo começou em 1863, quando a Football Association criou as regras oficiais do futebol. Na época, para o jogador estar em impedimento ele deveria estar à frente da linha da bola no momento do passe. Poucos anos depois, a regra foi modificada e o jogador não ficaria em posição irregular se houvessem dois adversários entre ele e a linha de fundo, além do goleiro.
A partir de então, a regra foi recebendo pequenas mudanças, como a não marcação do impedimento caso a bola fosse lançada de um tiro de meta, escanteio ou lateral. Também só seria marcada a posição irregular a partir do campo adversário. Em 1925, a regra recebeu nova mudança. Desta vez, para o jogador não estar em impedimento, deveria haver um jogador entre ele e a linha de fundo, além, é claro, do goleiro.
A última mudança na regra foi feita no ano de 2005, onde dizia que os braços do jogador não interferiam na sua posição.

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