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domingo, 6 de maio de 2012

América e Galo empatam no primeiro jogo da decisão mineira

De Belo Horizonte.
Por Matheus de Oliveira

06-05-2012 - Em jogo de baixo nível técnico, América e Atlético ficaram no empate por 1 a 0 na primeira parte da final do Campeonato Mineiro. O Galo abriu o placar com André, aos 34 da etapa final. O Coelho empatou em lance polêmico com Bruno Meneghel, aos 48, um minuto antes do fim da partida.

Os alviverdes foram a campo com equipe completa. Os alvinegros não puderam contar com Leandro Donizete e Neto Berola, mas tiveram a volta de Guilherme, que fez ótima partida. Cuca mudou o esquema da equipe e adotou o 3-5-2, com Rafael Marques retornando à equipe e Serginho ocupando o lugar de Donizete.

Para a partida de volta, o Coelho não contará com o volante Dudu, suspenso por terceiro amarelo. Pelo mesmo motivo, André também está de fora da decisão. Para ser campeão o América precisa vencer, já que o Atlético tem a vantagem do empate por ter se classificado em primeiro lugar na fase inicial. A partida está marcada para o próximo domingo, às 16, no Independência.
Foto: Bruno Cantini/Atlético
O primeiro tempo foi quente. Muitas faltas, jogo duro e pouca qualidade. O América começou melhor, marcando forte e fazendo com que o Atlético errasse muitos passes. A primeira grande oportunidade, entretanto, foi alvinegra. Réver tabelou com Guilherme e bateu firme, dentro da área, para grande defesa de Neneca. Guilherme era o jogador atleticano mais lúcido. Dos pés dele saíam as principais jogadas da equipe. Bernard também assustou Neneca em chute cruzado, mas a bola bateu no travessão, aos 25.

O Galo seguia criando as melhores chances, apesar de não fazer boa partida, com o meio campo perdido. André, de cabeça, fez Neneca trabalhar novamente, aos 33. O Coelho respondeu em chute forte de Moisés de fora da área para boa defesa de Giovanni. Só no primeiro tempo, seis cartões amarelos foram distribuídos: Rafael Marques, Serginho e André, pelo Atlético; Dudu, Rodriguinho e Gabriel, pelo América.

Não houve alteração no intervalo. As equipes voltaram em busca do gol, mas o baixo nível técnico perdurou. A partida ia de uma intermediária à outra até quem atacar errar o passe. Mancini e Carlos César entraram nas vagas de Marcos Rocha e Bernard, que pouco faziam. A alteração melhorou a equipe atleticana. O gol alvinegro saiu aos 34 minutos, com André, que fazia atuação ruim. O lance começou com uma bela defesa de Neneca após falta cobrada por Mancini. No escanteio, o meia cruzou, Réver desviou no primeiro pau e André, livre cutucou para o fundo da rede.

Dudu Cearense foi para o jogo no lugar de Richarlyson. Aos 42 o América teve grande oportunidade para empatar. Fábio Júnior bateu, a bola passou por Giovanni, mas o atacante Romão, do América, entrou no meio do caminho, a bola bateu em suas costas e foi para fora. O gol de empate veio aos 48, em lance reclamado pelos atleticanos. O América teve uma sequência de três escanteios, mas o terceiro não houve, já que a bola tocou na trave e não no pé de Serginho, que fazia a proteção no primeiro pau. O córner foi cobrado, a defesa do Galo tirou mal. A bola sobrou para Fábio Júnior que bateu e encontrou Bruno Meneghel no meio do caminho, que desviou para o gol.

Os gols do jogo com narração de Matheus de Oliveira:
América 1x1 Atlético by LFERRAZTHIAGO

Ficha do jogo:

Atlético: Giovanni; Rafael Marques, Lima e Réver; Marcos Rocha (Carlos César), Pierre, Serginho, Bernard (Mancini) e Richarlyson (Dudu Cearense); Guilherme e André. Técnico: Cuca

América: Neneca; Rodrigo Heffner, Gabriel, Everton Luiz e Bryan (Pará); Dudu, Leandro Ferreira, Moisés e Rodriguinho (Romão); Alessandro (Bruno Meneghel) e Fábio Júnior. Técnico: Givanildo Oliveira

Local: estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)

Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)
Auxiliares: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (BA) e Dilbert Pedrosa Moisés (RJ)

Público: R$14.583 pagantes
Renda: R$595.980,00 

sábado, 24 de setembro de 2011

Furacão bobeia e Flu arranca empate

De Belo Horizonte.

Tudo se encaminhava para uma vitória atleticana na Arena, mas aos 46' Fred empatou em cobrança de pênalti polêmico cometido por Manuel em Lanzini.


A pressão de sair da zona de rebaixamento parecia atrapalhar os rubro-negros no início do jogo, que perderam um pênalti com Cléber Santana, mas no segundo tempo veio o gol para melhor administrar a partida e a cobrança da torcida. O Fluminense atacou mais o segundo inteiro, mas só conseguiu o gol de empate aos 46', com Fred em cobrança de pênalti.
Foto: Photocamera/Divulgação
O primor técnico passou longe do primeiro tempo na Arena da Baixada. Os dois times fizeram uma partida muito pegada, de divididas, muitas faltas e vários passes errados. Tudo isso com a colaboração do gramado em péssima condição.

Os minutos iniciais foram marcados pelo equilíbrio. Apenas uma grande oportunidade de gol foi vista no primeiro tempo. Até os 28', apenas chutes de fora da área que não levaram perigo às metas foram dados.

O Atlético-PR tinha dificuldades em armar as jogadas com os meias bem marcados e os laterais presos. O Fluminense logo passou a comandar o jogo, mas sem ser eficiente. Aos 28', o Atlético conseguiu um pênalti com Wagner Diniz, mas na cobrança Cléber Santana pediu a Paulo Baier para bater. Na cobrança o meia chutou forte no meio do gol e o goleiro Cavalieri que esperou a finalização defendeu sem muito sacrifício.
Foto: Reprodução globoesporte.com
No fim do primeiro tempo, o zagueiro Gum teve de ser substituído por contusão muscular na coxa direita.

Com os donos da casa com maior posse de bola, mas sem saber aproveitá-la, Morro García balança as redes, mas em toque com a mão na bola. Lance bem anulado pelo bandeira Altemir Hausmann.

Na volta para o segundo tempo o árbitro Wagner Reway amarelou o lateral Mariano antes mesmo que a bola rolasse, por retardar o reinício do jogo. Os técnicos não fizeram substituição. Logo aos 4', os tricolores reclamaram de uma entrada dura do volante Deivid em Rafael Sóbis, em que o árbitro só deu amarelo.

O Fluminense começou melhor e ocupando o campo de ataque com jogadas de linha de fundo, mas quem abriu o placar foram os rubro-negros. Em contra-ataque, Paulo Baier tabelou com Cléber Santana, invadiu a área e bateu cruzado, rasteiro, no canto esquerdo de Cavalieri, aos 17'.

Aos 25', o zagueiro Rafael Santos colocou o braço na bola e recebeu o segundo amarelo, sendo automaticamente expulso. Atletas do Fluminense acusaram que o jogador estava dentro da área, mas a arbitragem marcou apenas falta.
Foto: Photocamera/Divulgação
A tônica do jogo seguiu a mesma. Com o Fluminense com maior volume de jogo procurando o gol de empate, essencialmente com bolas cruzadas para a área. O Atlético-PR estava preparado para os contragolpes com o jovem atacante Pablo, mas eles não foram cedidos pelo time carioca.

A pressão deu resultado. Aos 46', Manoel derruba Lanzini dentro da área. Na cobrança do pênalti, Fred chutou no canto direito de Renan Rocha que acertou o lado, mas não a bola. O fim do jogo ficou ainda mais quente. As equipes brigavam por cada segundo pela bola, mas o 1 a 1 permaneceu.

Com o resultado, o Atlético-PR permanece na 17ª posição, agora com 24 pontos. O Fluminense caiu pra sexto, com 40. Na próxima rodada os paranaenses vão a Porto Alegra encarar o Internacional, no próximo domingo, às 16. Os cariocas recebem o Santos sábado, às 18h.

Ouça os gols com narração de Matheus de Oliveira:

Ficha do jogo:

Atlético-PR: Renan Rocha; Wagner Diniz, Manoel, Rafael Santos e Marcelo Oliveira; Deivid, Renan, Cléber Santana e Paulo Baier; Guerrón (Fabrício) e Morro García (Pablo). Técnico: Antônio Lopes

Fluminense: Diego Cavalieri; Mariano, Gum (Márcio Rosário), Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Diogo (Lanzini), Diguinho e Marquinho; Rafael Sóbis (Martinuccio) e Fred. Técnico: Abel Braga

Local: estádio Arena da Baixada, em Curitiba (PR)

Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Altemir Hausmann (RS) e Joadir Leite Pimenta (MT)

sábado, 17 de setembro de 2011

Vasco goleia Grêmio e dorme na liderança


De Belo Horizonte.

O Vasco goleou o Grêmio por 4 a 0 no São Januário e assume a ponta da tabela com 45 pontos, um a mais que o vice-líder São Paulo que joga amanhã.

Vasco comemora o gol de Diego Souza.
(Foto: Gilvan de Souza / Lancenet)

Dois tabus foram defendidos por Grêmio e Vasco. A equipe carioca não vencia os gremistas há 3 anos, em compensação, os cruzmaltinos não perdiam há 18 pros gaúchos no São Januário. Em busca da liderança quase, ao menos provisória, o Vasco foi a campo sem o Reizinho. Juninho Pernambucano foi liberado pela diretoria para ir à França, mas estará de volta para a partida contra o Atlético-GO. Cristóvão Borges também não contaria com Alecsandro e Cesinha machucados.

Pelo lado do Grêmio, Roth ainda não pode contar com William Magrão, Vilson e Lúcio contundidos e também com Rodolfo e Gilberto Silva estão em recuperação física. Nada que atrapalhasse muito a escalação da equipe que teve o time considerado ideal pelo comandante, com a volta de Fábio Rochemback.

O primeiro tempo começou e terminou em bom nível. O Vasco começou ocupando o campo de ataque enquanto o Grêmio preparava os contragolpes. Éder Luís dava muito trabalho pela ponta direita utilizando espaços nas costas do lateral Júlio César.

Aos 3', surgiu o gol. A jogada já estava cantada. Éder Luís recebeu livre na ponta direita e cruzou rasteiro para Élton finalizar com o pé direito no primeiro pau, abrindo o placar. Com o gol, o Grêmio resolveu sair para o jogo. A equipe ficou mais ofensiva, mas parava na parede de volantes cruzmaltina.
Foto: Gilvan de Souza / Lancenet
A primeira boa chance dos tricolores surgiu aos 9', quando Marquinhos cobrou falta e André Lima cabeceou à esquerda da meta de Prass. A forte marcação das equipes impediu maiores oportunidades claras de gol. O Vasco chegou novamente apenas aos 30', com Diego Souza dividindo com o goleiro Victor que levou a melhor. Um minuto depois outra boa oportunidade foi criada com Élton que finalizou assustando os gaúchos.

O Vasco passou a jogar nos contra-ataques apostando na velocidade de Éder Luís e nas boas descidas de Diego Souza pela esquerda. Numa delas, o meia recebeu livre e tinha apenas Edcarlos à sua frente. Diego deu uma gaúcha no zagueiro e finalizou no canto direito de Victor para marcar o segundo gol do Vasco.

O Grêmio seguiu tentando fazer o seu tento, mas não foi eficiente na articulação das jogadas. Fernando em chute de fora da área e Escudeiro na entrada dela foram as únicas finalizações que levaram certo perigo ao gol vascaíno. No fim da primeira etapa, a defesa gremista bobeou e deixou uma bola limpa para Élton dentro da área finalizar. Por pouco ela não entrou.

A segunda etapa começou sem mudanças nas equipes. E não foi só os jogadores que não mudaram. O Grêmio voltou com o mesmo problema no setor esquerdo da defesa. Na primeira boa jogada do Vasco pelo setor, surgiu o terceiro gol. Aos 6', Diego Souza lançou Fagner na ponta direita que cruzou para Éder Luís completar pro fundo da rede.
Foto: Gilvan de Souza / Lancenet

O gol fez com que o técnico Celso Roth colocasse em campo Leandro e Adílson nos lugares de Escudeiro e Douglas. Ficou clara a intenção do treinador em consertar as falhas do sistema defensivo, ao mesmo tempo, mostrou que o objetivo era não levar uma goleada maior.

Não deu resultado. Diego Souza estava inspirado e dos pés dele surgiu a jogada do quarto gol. O meia passa para Fágner dentro da área que chuta no canto esquerdo de Victor, aos 16'. Sem aluma chance de virar o jogo, o Grêmio passou a tocar a bola com intenção de não tomar mais gols. A equipe manteve certo tempo maior posse de bola e a prendia no campo de ataque. Os gremistas não encontravam espaços no bom sistema defensivo carioca.

Ao Vasco só restou tocar a bola e administrar a partida. O Grêmio não levou o mínimo perigo, apesar de ficar maior tempo com a bola e permanecer com em território ofensivo até o fim do jogo.

A vitória coloca o Vasco como líder do campeonato com 45 pontos. Corinthians e São Paulo podem tomar a primeira posição da equipe cruzmaltina. Os paulistas se enfrentam amanhã. Quem vencer assuma a liderança, se houver empate, será necessário que seja por mais de dois gols para o São Paulo ficar em primeiro. Para o Corinthians, o resultado de igualdade não altera sua posição.

Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Atlético-GO no São Januário, quinta-feira às 20h30. O Grêmio recebe o Botafogo no mesmo dia e horário.

Ouça os gols da partida, com narração de Matheus de Oliveira:


Ficha do jogo:

Vasco: Fernandro Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Jumar; Rômulo, Eduardo Costa, Felipe Bastos e Diego Souza; Éder Luís e Élton. Técnico: Cristóvão Borges

Grêmio: Victor; Mário Fernandes, Saimon, Edcarlos e Júlio César; Fernando (Gabriel), Fábio Rochemback, Marquinhos e Douglas (Adílson); Escudero (Leandro) e André Lima. Técnico: Celso Roth

Local: Estádio São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Fábio Pereira (MG)

Público: 16.014 pagantes
Renda: R$19.757,00

sábado, 28 de maio de 2011

Brincando de jogar futebol. Barcelona é Campeão da Uefa Champions League

João Vitor,
de Belo Horizonte.

De forma notável, o Barcelona venceu a equipe do Manchester United pelo placar de 3 a 1, no estádio de Wembley, na Inglaterra. Uma belíssima partida vencida pela melhor equipe do mundo. Dessa forma, o Barcelona se sagra pela 4ª vez o Campeão da UEFA Champions League. Confira nesse post os detalhes da partida, além da minha narração e breve comentário dos gols ao fim do post.


Puyol começou entre os reservas. Sentiu dores musculares. Ir "meia-boca" para um jogo como esses não dá. Mascherano foi escalado para atuar na zaga.

Um jogo constituído de fatos marcantes. O lateral Abidal retornou à titularidade da lateral esquerda do Barcelona, dois meses após o anúncio de que o francês estava com um tumor no fígado e teria de fazer tratamento. Do lado inglês, Van der Sar indicava ser esse seu último jogo como profissional do futebol.

O Manchester começou o jogo da forma correta. Pressionava muito a saída de bola do Barcelona e forçava o erro dos espanhois, impedindo o toque de bola, principal característica do time catalão.

O Barcelona, taticamente falando, vinha com uma mudança no ataque: Villa começou caindo pela direita e Pedro pela esquerda.

As primeiras chances claras de gol foram do Barcelona. A primeira, numa jogada rápida, envolvente, Xavi cruzou a bola e Pedro desviou com perigo, à esquerda de Van der Sar. A segunda chance veio numa finalização perigosa de Villa, quando Van der Sar fez boa defesa.

Estava claro. Em uma hora qualquer a casa cairia. E essa hora estava perto. Mais precisamente, a 5 minutos.

Aos 26, Xavi veio carregando a bola pelo meio, ninguém chegou. Ele virou o corpo para um lado e tocou para o outro, colocando Pedro na cara de Van der Sar. Pedro recebeu e deslocou o experiente goleiro Holandês. Belíssima jogada. 1 a 0 para o Barcelona.

Um jogo muito limpo. À altura dos 30 minutos, apenas três faltas cometidas.

Mas se lembram da eficiência do United dita por mim no podcast? Ela veio à tona. Rooney recebeu a bola após roubada de Ferdinand, tabelou por duas vezes, com Carrick e com Chichiarito, que devolveu para Rooney finalizar no ângulo de Valdés. 1 a 1. O eficiente Manchester empata na única chance que teve.

Mas o Barcelona não se abalou. Continuou com seu estilo de jogo.

Na segunda etapa, a história foi parecida. O Barça continuou a troca de passes à frente da área do Manchester. Aos 7 minutos, Iniesta tocou para Messi que finalizou de fora da área. Van der Sar não alcançou. 2 a 1 para o Barcelona.

O Manchester dava muito espaço para o meio-campo do Barcelona jogar. Carrick era o único cabeça de área. Park e Giggs se revezavam na função de segundo volante. Não é a deles. E isso é claro e evidente.

Aos 19, uma pintura de jogada. Xavi lançou para Daniel Alves que estava sozinho na área. O lateral brasileiro rolou para Messi que tocou de letra. A zaga tirou em cima da linha. O Barcelona pinta e borda em Wembley.

Aos 21 minutos, o Barcelona marcou mais um belo gol. Messi dançou pela direita, passou pela marcação e rolou para Villa dominar e finalizar no ângulo, com curva. Que pintura. Golaço, golaço, golaço.

Daí para frente, nada de gols. Mas uma cena muito bonita foi vista. Puyol entrou ao fim da partida e Xavi passou a faixa para o líder barcelonista. Faixa que seria cedida à Abidal na hora de levantar a Taça. Emocionante ação de um time que nos emociona a cada jogo. Parabéns Barcelona, campeão da Europa.

Ficha do jogo:

Barcelona 3x1 Manchester United

Barcelona: Valdés; Daniel Alves (Puyol), Piqué, Mascherano e Abidal; Busquets, Xavi e Iniesta; Pedro (Affelay), Villa (Keita) e Messi.
Técnico: Josep Guardiola.

Manchester United: Van der Sar; Fábio (Nani), Ferdinand, Vidic e Evra; Carrick (Scholes), Park, Giggs e Valência; Ronney e Chicharito Hernandéz.
Técnico: Alex Ferguson.

Partida disputada no Estádio de Wembley, em Londres, que teve um público pagante de 87.695 pessoas. Jogo arbitrado por Victor Kassai, que foi auxiliado por Gabor Eros e György Ring, ambos da Hungria.

Fotos: Reuters

Confira abaixo o rápido comentário e a narração dos gols do jogo, com João Vitor Cirilo:

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Rádio B.A. - Edição dos Campeões

Mais uma edição do nosso podcast. Dessa vez, João Vitor Cirilo e Matheus de Oliveira dão o recado na Rádio B.A. com a "Edição dos Campeões". Os detalhes dos títulos, com narrações dos gols decisivos, na voz dos blogueiros.

domingo, 15 de maio de 2011

Foi dramático, mas venceu a melhor equipe: Cruzeiro

Equipe Boleiros da arquibancada,
de Belo Horizonte.

15/05/2011 - Pela trigésima sexta vez, o Cruzeiro se sagrou Campeão Mineiro de 2011, ao vencer o Atlético por 2 a 0, em Sete Lagoas. Uma vitória dramática e conseguida num detalhe: O Atlético errou. O Cruzeiro, não.



Desde o início, já estivera claro o que seria o jogo. Um Atlético recuado, tentando explorar os contra ataques e um Cruzeiro partindo pra cima pois precisava reverter a vantagem.

Se o Atlético quisesse vencer, poderia explorar a lateral esquerda do Cruzeiro. Éverton fechava muito o jogo pelo meio e abria espaços. Em inúmeras situações, Patric e Magno Alves apareceram livres por trás da defesa azul.

O primeiro tempo foi assim. Mas nada de gols.

Já na segunda etapa, a pressão sobre os jogadores e a apreensão da torcida aumentou. O Cruzeiro martelava, martelava. Mas o Galo se safava e, em algumas oportunidades, até criava certo perigo. O Atlético apresentava uma falha na cabeça de área e o Cruzeiro ganhava o meio campo. O time celeste cruzava algumas bolas à área. Cuca colocou André Dias em campo, para ter certa referência.

O técnico Dorival Júnior, ao intervalo, tirou o atacante Mancini de campo e deixou bem claro qual seria sua estratégia de jogo. Não jogar e contar com o erro azul. E o erro veio. Aos 29 minutos, a defesa falhou e Magno Alves saiu na cara do gol. O atacante poderia chutar por baixo, chutar por cobertura, tocar no canto do goleiro. Não fez nada disso. Titubeou. Tentou driblar o grande goleiro Fábio e se deu mal.

No lance seguinte, Wallyson recebeu na ponta esquerda, cortou pro meio e chutou no cantinho direito baixo de Renan Ribeiro que nada pôde fazer. 1 a 0 para o Cruzeiro. "Aí, já era". Dorival pagou o preço de recuar o time.

A defesa se desestabilizou e Serginho ainda fez um favor ao Cruzeiro, quando foi expulso.

Aos 42, o Cruzeiro ampliou. Gilberto recebeu, em jogada ensaiada, e finalizou de primeira. Golaço! Golaço! 2 a 0 e fim de papo.

Gilberto ainda seria expulso e Roger, mesmo já tendo sido substituído, foi expulso também quando fazia a festa com a torcida, do outro lado do campo.

Alguns chegaram a alegar que a falta de experiência do Atlético pesou. Mas quem errou foi um experiente. Magno Alves falhou na hora em que foi chamado. Uma pena para o Atlético. Sensacional para o Cruzeiro que comemora, de forma merecidíssima, mais um título estadual e diminuiu a vantagem do Atlético nos títulos mineiros. 40x36.

Venceu a melhor equipe. Venceu quem quis vencer.

Parabéns Cruzeiro! Parabéns Nação Azul 5 Estrelas!

Ficha do Jogo:

Cruzeiro 2x0 Atlético

Cruzeiro: Fábio; Marquinhos Paraná, Gil, Victorino e Éverton (André Dias); Leandro Guerreiro, Henrique (Fabrício), Roger (Léo) e Gilberto; Thiago Ribeiro e Wallyson.
Técnico: Cuca.

Atlético: Renan Ribeiro; Patric, Réver, Leonardo Silva e Guilherme Santos (Bernard); Fillipe Soutto, Serginho, Renan Oliveira (Richarlyson) e Giovanni Augusto; Mancini (Leleu) e Magno Alves.
Técnico: Dorival Júnior.

Árbitro: Wilson Luís Seneme (FIFA/SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA/SP) e Marcelo Carvalho van Gasse (FIFA/SP).

Cartões Amarelos: Gil, Victorino e Gilberto, pelo Cruzeiro; Leonardo Silva, Serginho, Bernard e Mancini, pelo Atlético.

Cartões Vermelhos: Gilberto e Roger, pelo Cruzeiro; Serginho, pelo Atlético.

Público pagante: 17.384
Renda: R$ 293.414,83.

Confira os detalhes mais importantes do jogo, narrados pela equipe do blog Boleiros da Arquibancada. Matheus de Oliveira, Lucas Fernando e João Vitor.

Abertura:

Os gols do clássico:


Fotos: Jorge Gontijo/EM/D.A. Press

domingo, 8 de maio de 2011

Atlético vence clássico e inverte vantagem celeste

Lucas Fernando,
de Belo Horizonte.

O primeiro jogo da decisão do Campeonato Mineiro de 2011, serviu para o Atlético reverter a vantagem do Cruzeiro de jogar por dois resultados iguais. O time alvinegro superou o maior rival por 2 a 1, na Arena do Jacaré, e agora pode empatar no próximo domingo para conquistar o título.

Os gols da vitória atleticana foram marcados por Mancini e Patric, enquanto Wallyson descontou para os cruzeirenses. Ainda abatido pela eliminação na Libertadores, o Cruzeiro não reencontrou seu futebol e foi superado facilmente por um Atlético muito motivado e empurrado por sua torcida, que era única. No domingo que vem, torcida 100% cruzeirense.

1º tempo

No inicio do jogo, o Atlético foi para cima e quase abriu o placar logo no primeiro minuto. Mancini tocou para Magno Alves, a defesa celeste parou e Fábio saiu bem, atrapalhando a conclusão do atacante. Estava desenhada ali a estratégia do Atlético, chegar com velocidade às laterais, já que o adversário tinha dois jogadores improvisados, Pablo, na direita, e Everton, na esquerda. O Atlético manteve o ritmo nos primeiros minutos e saiu na frente aos quatro minutos, em jogada que Mancini recebeu falta pela esquerda, aparecendo bem nas costas de Pablo. O próprio Mancini cobrou e mandou a bola para as redes de Fábio, que ficou apenas assistindo e não esboçou reação, 1 a 0.

O gol deixou a torcida ainda mais animada, mas o Cruzeiro, experiente, não se abalou. A equipe celeste procurou sair jogando ao seu estilo, dominando o meio-campo na base do toque de bola. O time celeste começou a incomodar mais os alvinegros, como no chute de Gilberto, bem defendido por Renan. Os azuis cresceram na partida, aproveitando os espaços deixados pelos volantes atleticanos.

Montillo, que estava totalmente apagado no jogo, começou a aparecer mais e levou o Cruzeiro ao empate. Aos 26 minutos, ele puxou contra-ataque pelo meio e deixou Wallyson em condições de marcar. O atacante dominou e chutou no canto direito de Renan Ribeiro, 1 a 1.

O Cruzeiro tentou manter o predomínio no meio-campo, mas a defesa celeste se complicou em alguns lances e dava sinais de insegurança, principalmente com um dos principais responsáveis pela eliminação na Libertadores, o Pablo. Em várias ocasiões, os atacantes alvinegros surgiam na frente de Fábio. E foi em um lance desse tipo que o Galo voltou a ficar em vantagem. Aos 36 minutos, Magno Alves, que apareceu com bons passes no primeiro tempo, descobriu Patric penetrando livre pela direita. O lateral chutou cruzado, à direita de Fábio, e calou as vaias da torcida com o segundo gol , 2 a 1.


O jogo ficou parado em alguns instantes, depois que Wallyson foi atingido por uma bateria de celular que veio das cadeiras, atitude lamentável. Quando a partida recomeçou, o panorama não mudou. O Atlético continuou insistindo nas laterais, enquanto o Cruzeiro procurava chegar no toque de bola. Na última oportunidade, Mancini recebeu na entrada da área e chutou forte, por sobre o gol de Fábio.

2º tempo

O Cruzeiro voltou a campo com uma alteração. Cuca mandou a campo Leandro Guerreiro, sacando Pablo, que havia feito novamente um pífia partida. A substituição até surtiu efeito, já que o time celeste reforçou a marcação pelo lado direito da defesa, setor bem explorado pelo Galo no primeiro tempo. Os azuis aumentaram o ritmo em busca do empate, enquanto os alvinegros retornaram sem o mesmo ímpeto da etapa inicial, procurando cuidar mais do combate. Mais seguro, o Cruzeiro atacou mais, mas sem levar muito perigo ao gol de Renan Ribeiro. Do lado atleticano, Mancini e Magno Alves já não conseguiam incomodar como no primeiro tempo. A tática do Galo ainda era explorar os contragolpes, mas faltava um homem de área para concluir os lances. Tanto que Dorival Júnior apostou na velocidade de Neto Berola, lançado no lugar de Magno Alves. A ordem era ter uma opção para jogar pelos flancos.

Cuca mexeu novamente, trocando Ortigoza por Fabrício, substituição um tanto quanto “maluca”, já que o time perdia e precisava buscar o empate. Fabrício entrou em campo disposto a arrumar confusão, por causa das provocações e entradas mais ríspidas. O Cruzeiro teve mais posse de bola, mas sem objetividade, já que não conseguia penetrar na defesa adversária. Na melhor oportunidade, Gilberto acertou a trave de Renan Ribeiro e Montillo não aproveitou o rebote. Em outra chegada perigosa dos azuis, Wallyson desviou de cabeça, mas não o suficiente para vencer Renan Ribeiro, que defendeu firme. O time celeste ainda perdeu o argentino Montillo, expulso depois de falta mais forte em Giovanni. A expulsão do Argentino gerou muita reclamação do time celeste.

Enquanto a torcida alvinegra comemora mais esta vitória em clássicos, a torcida celeste deve estar de perguntando: “Aonde está o futebol do time do Cruzeiro ?”

Antes do jogo, a introdução do clássico na Arena do Jacaré:

Introdução do clássico Atlético 2x1 Cruzeiro by joaovitorcirilo

Os comentários e os gols com Matheus de Oliveira e João Vitor:

Análise de Atlético 2x1 Cruzeiro by joaovitorcirilo

FICHA DO JOGO

ATLÉTICO 2 X 1 CRUZEIRO

Atlético: Renan Ribeiro; Patric, Réver, Leonardo Silva e Guilherme Santos; Serginho, Fillipe Soutto, Giovanni e Bernard (Daniel Carvalho); Mancini (Wendel) e Magno Alves (Neto Berola)
Técnico: Dorival Júnior

Cruzeiro: Fábio; Pablo (Leandro Guerreiro), Gil, Victorino e Everton; Marquinhos Paraná, Henrique, Gilberto (Dudu) e Montillo; Ortigoza (Fabrício) e Wallyson
Técnico: Cuca

Motivo: primeiro jogo da final do Estadual
Estádio: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas
Data: domingo, 8 de maio
Gols: Mancini, 4min, Wallyson, 26, Patric, 34min do 1ºT
Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa-SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Roberto Braatz (Fifa-PR)
Cartões amarelos: Serginho, Neto Berola (ATL); Ortigoza, Fabrício (CRU)
Cartão vermelho: Montillo
Pagantes: 17.729
Renda: R$ 120.640

(Fotos: Washington Alves/VIPCOMM)

sábado, 16 de abril de 2011

Um ponto e uma mão na taça!

Gustavo Carratte,
de São Paulo.

No Santiago Bernabéu, Real Madrid supera expulsão no início do segundo tempo, chega ao empate em 1 a 1 contra o Barcelona, mas vê rival cada vez mais perto do título espanhol. No fim do post, confira a narração do gol de Cristiano Ronaldo, com João Vitor Cirilo.

O super clássico espanhol, válido pela 32ª rodada da Liga Espanhola, foi decidido em duas cobranças de penalti.

Era uma noite linda em Madrid. O Santiago Bernabéu estava lotado, e num clima que sugeria uma partida de grandes emoções. Na prática, não foi exatamente isso o que aconteceu, mas o que faltou em técnica e qualidade, sobrou em vontade. Com jogadores de grande nível tecnicamente, a perfeição tática e de posicionamento ficou para segundo plano.

Após o vexatório 5x0 do primeiro turno, José Mourinho entrou muito mais cauteloso. A formação menos ofensiva não colaborou para que ocorresse um jogo mais bonito, mas foi eficiente. O alemão Özil saiu do time para a entrada do zagueiro Albiol, adiantando Pepe para o meio campo. Casillas; Sergio Ramos, Albiol, Ricardo Carvalho e Marcelo; Pepe, Xabi Alonso e Khedira; Di Maria, Cristiano Ronaldo e Benzema foram os jogadores escalados pelo comandante português. Com Pepe atuando como volante, Marcelo teve maior liberdade para avançar pela esquerda, o que serviu também para impedir parte das constantes subidas ao ataque de Daniel Alves.

Pep Guardiola manteve as principais características de sua equipe, e foi a campo com Valdés; Daniel Alves, Piqué, Puyol e Adriano; Busquets, Xavi e Iniesta; Pedro, Messi e Villa. Puyol voltou depois de desfalcar os catalães por muitas rodadas, e Adriano, no lugar de Abidal, foi a única mudança da equipe que aplicou cinco nos merengues, comparado a essa de hoje.

O jogo começou com o Barça comandando as ações ofensivas. O time de José Mourinho estava dominado pelo adversário, que, dentro ou fora de casa, joga como se fosse o mandante. Em contrapartida, apesar de jogar muito defensivamente, o Real Madrid cumpria muito bem aquele papel que se propôs a fazer. Marcelo, aos 4 minutos de jogo, nos proporcionou um bom exemplo da vontade madridista: Após ganhar de Messi, levou o bandeirinha junto. Antes dos 20 minutos, a posse de bola catalã beirava os 85%. Geralmente, chega aos 70%, dificilmente tem menos que 60%, o que já é amplamente favorável, mas a porcentagem, ainda mais em um clássico de tal importância, chegava a ser absurda. Apesar de todo o domínio, o sistema defensivo madrilhenho era eficaz e só deixou que o adversário criasse uma chance, com Messi, que tentou encobrir Casillas, mas sem sucesso.

Até o fim do primeiro tempo, o Real conseguiu chegar com perigo em algumas oportunidades, com Cristiano Ronaldo, por exemplo, já nos últimos minutos, quando Adriano salvou em cima da linha. Pouco antes, o Barcelona já tinha chegado com perigo também, e esse foi o panorama da segunda metade da primeira etapa.

Na volta para a etapa final, os donos da casa não mudaram tanto assim a sua postura, mantiveram-se cautelosos demais, mas assustaram. Em cobrança de falta, Cristiano Ronaldo mandou a bola na trave de Valdés, e fez todos acharem que o jogo poderia ser outro. Porém, pouco depois, falha medonha de Raul Albiol colocou tudo a perder. Villa foi lançado, e logo foi puxado por Albiol, que só parou quando o árbitro marcou penalti para os catalães. Não bastando a penalidade, foi expulso, e, na cobrança, viu seu time ficar em desvantagem no placar, por conta do gol de Messi. Casillas foi bem na bola, mas o craque argentino cobrou a meia altura, dificultando a defesa do arqueiro espanhol.

Com um a mais em campo, o Barcelona já poderia começar a se considerar vencedor da partida, e campeão da Liga. José Mourinho colocou em campo Özil, tirando a referência de Benzema, e se fechou um pouco mais, mas mantendo a qualidade técnica para sair para o jogo. Tinha de se precaver por ter um a menos, mas agora estava perdendo. Era preciso arriscar.

Puyol, que não jogava desde 22 de Janeiro, voltou a sentir dores musculares e saiu aos 11 minutos, dando lugar ao meio-campista Seydou Keita. Busquets deixou de ter papel tático na cabeça de área, e voltou a fazer uma função ainda mais recuada, que chegou a exercer, inclusive, em partidas da Champions League. O Barça ganhou ainda mais em toque de bola, e chegou com perigo, aos 16, com Xavi, que acertou o travessão de Casillas. Tudo levava a crer que aconteceria mais uma vitória do time de Guardiola.

Na metade do segundo tempo, José Mourinho alterou mais uma vez sua equipe, tirando Xabi Alonso e colocando Adebayor. O Real voltava a ter uma referência no ataque. Guardiola não ficou para trás, trocou Pedro por Afellay, que, embora tenha características ofensivas, compõe melhor o meio campo, resguardando mais os catalães. Marcelo foi totalmente liberado depois da saída de Di Maria, que deu lugar ao lateral Arbeloa. Com 10 em campo, Mourinho mexia bem as peças que tinha em campo, e dava sobrevida à sua equipe. Pep, trocando seis por meia dúzia, tirou Adriano para a entrada de Maxwell, no Barcelona.

O relógio corria para os merengues, que se organizavam bem e tiveram suas chances, mas só conseguiram empatar aos 36 minutos. Marcelo invadiu a área e tentou passar por Daniel Alves, que deu carrinho no outro lateral brasileiro, não acertou, mas mesmo assim foi assinalado penalti. Os jogadores do Barcelona, com razão, reclamaram muito, mas de nada adiantou, já que Cristiano Ronaldo converteu com muita categoria.

Nos últimos momentos da partida, os visitantes disperdiçaram boas chances. Em uma delas, Messi mandou por cima do gol de Casillas, e, no lance final, Villa não dominou o ótimo passe por elevação de Xavi Hernández.

Com o empate, o Real Madrid perdeu a chance de se aproximar do Barcelona, que, com 8 pontos de vantagem, praticamente garantiu o título espanhol. Faltando seis rodadas, os catalães teriam que perder pelo menos metade dos jogos, sempre contando com os seguidos triunfos dos merengues. Vale lembrar que, em todos os 32 jogos até agora da Liga, o Barça foi derrotado apenas uma vez. O único time que alcançou tal façanha foi o modesto Hércules, que, na segunda rodada, venceu o líder do campeonato em pleno Camp Nou, por 2x0.

Os gigantes da Espanha voltam a se enfrentar na grande final da Copa do Rei, que acontecerá no dia 20, quarta-feira, às 17h30 (horário de Brasília). Pelo fato de ser jogo único, os presidentes Florentino Pérez, do Real, e Sandro Rosell, do Barça, entraram em acordo e farão com que suas equipes decidam o título em Valência, no estádio Mestalla.

Ambos terão duelos também nas semi-finais da Champions League, dias 27 de Abril e 03 de Maio, fechando a sequência de quatro clássicos em menos de 20 dias.


O gol do Real Madrid, marcado por Cristiano Ronaldo e narrado assim por João Vitor Cirilo, editor, repórter e agora, narrador do blog Boleiros da Arquibancada.

Real 1X1 Barcelona - Gol de Cristiano Ronaldo - Narração de João Vitor Cirilo by oliveirasouza