Rádio B.A.

Já acessou a página da Rádio B.A.? Confira entrevistas e matérias especiais em áudio

'

B.A. Entrevista

Leia e ouça todas as entrevistas feitas pelo Boleiros da Arquibancada com atletas, treinadores e comunicadores esportivos

'

Superliga 2015/2016

Superliga de Vôlei é com o Boleiros da Arquibancada! Confira todas as matérias relacionadas

Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Ouça: Jaqueline comenta primeira partida como titular no retorno ao Camponesa/Minas

Melhor em quadra, ponteira liderou a equipe no triunfo por 3 sets a 0 contra o Rio do Sul e jogou o tempo inteiro


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

10/02/2017 - O torcedor do Camponesa/Minas viu, pela primeira vez, a ponteira Jaqueline iniciar uma partida no retorno ao clube da Rua da Bahia. O primeiro jogo como titular em sua segunda passagem pela equipe acabou sendo especial para a bicampeã olímpica, que foi o grande nome no triunfo por 3 sets a 0 contra o Rio do Sul-SC, pela quinta rodada do returno da Superliga feminina de vôlei.

Jaque somou 12 pontos, divididos em todos os fundamentos, e foi a melhor em quadra.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Após a partida, Jaque comentou, em entrevista a O Tempo e ao Boleiros da Arquibancada, a reestreia e a atuação diante do time catarinense. Com o resultado, a sexta vitória consecutiva, o Minas atingiu 30 pontos e 11 triunfos em 16 partidas, ainda em quinto lugar.


Clique e confira a crônica do jogo.

Na página da Rádio B.A., mais áudios.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Bernardinho e Gabi avaliam temporada do Rexona e projetam duelo contra o Minas

Líder da Superliga feminina de vôlei, equipe carioca treinou em Belo Horizonte nesta quinta-feira (15), um dia antes do duelo da 10ª rodada


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

15/12/2016 - O jogo de maior expectativa da sexta-feira (16) pela Superliga feminina de vôlei será realizado na Arena Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, entre o sexto colocado Camponesa-Minas e o líder Rexona-Sesc-RJ. O histórico de conquistas e o desempenho na atual temporada colocam o time do Rio de Janeiro como favorito no duelo da 10ª rodada, mas o fato é ignorado pelo técnico Bernardinho.

Bernardinho promoveu treino em ritmo forte nesta quinta, em Belo Horizonte.
(Foto: João Vitor Cirilo)

O treinador promoveu nesta quinta-feira (15) a primeira de duas atividades no palco do jogo das 20h desta sexta e exigiu muito de suas jogadoras em treinos de defesa, saque, passe e bloqueio, além do coletivo. O treinamento foi apenas o primeiro após a perda da invencibilidade com a derrota em Osasco para o Vôlei Nestlé-SP, na terça-feira (13).

Após a atividade, Bernardinho conversou com a reportagem do jornal O Tempo e do Boleiros da Arquibancada, analisou a temporada do Rexona-Sesc e fez a previsão do duelo contra o Minas.


A ponteira Gabi é outra que conversou conosco sobre o assunto e cobrou uma redução no número de erros da equipe carioca:


O Rexona fará outra atividade na Arena, em menor intensidade, ainda nesta sexta, dia do jogo, pela manhã. Líder da Superliga, o Rio soma 25 pontos em oito vitórias e uma derrota, com quatro de vantagem para o vice-líder Terracap-BRB-Brasília-DF. O Minas, vindo de duas vitórias, tem 13 pontos e aparece em sexto, a sete pontos do quinto colocado Genter Vôlei Bauru-SP.

Na página da Rádio B.A., mais áudios.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Ouça a primeira entrevista de Jaqueline no retorno ao Camponesa/Minas

Ponteira foi apresentada antes do clássico contra o Dentil/Praia Clube e é o último reforço para a temporada 2016/2017


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

14/12/2016 - A espera, enfim, acabou. A ponteira Jaqueline, após grande novela, acertou seu retorno ao Camponesa/Minas há duas semanas e, nessa terça-feira (13), foi apresentada como último reforço para a Superliga feminina de vôlei 2016/2017. As chegadas de Jaque e da oposta americana Destinee Hooker são as apostas minas-tenista para deixar pra trás o início irregular e embalar como uma das postulantes ao título da temporada.

Jaqueline atendeu a imprensa antes do clássico contra o Minas.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Em sua primeira entrevista na volta ao time de Belo Horizonte, Jaqueline, que já havia defendido o Minas em 2014/2015, reafirmou a felicidade em atuar novamente pela equipe e comentou a vinda para Minas Gerais, o momento da carreira, o ano abaixo do esperado no Sesi-SP e projetou a temporada. A jogadora conversou com a imprensa antes da vitória contra o Dentil/Praia Clube por 3 sets a 1. Ouça:


Na página da Rádio B.A., mais áudios.

sábado, 26 de novembro de 2016

Insatisfação de Coco, felicidade de Paula: pós-jogo de Camponesa/Minas 0x3 Terracap/BRB/Brasília

Duelo da 6ª rodada da Superliga feminina, em BH, teve "sensação" Brasília triunfando por 3 a 0 e preocupando minas-tenistas


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

26/11/2016 - Já começamos esta postagem pedindo desculpas por não atualizarmos mais este espaço com frequência, mas prometendo retornar na medida do possível e mais vezes neste formato, com texto e áudio.

Acompanhamos, na noite dessa sexta (25), pelo portal O Tempo, a partida entre Camponesa/Minas e Terracap/BRB/Brasília, na Arena Minas Tênis Clube, pela sexta rodada da Superliga feminina de vôlei 2016/2017. A partida colocou frente a frente equipes com aspirações diferentes na projeção inicial do campeonato, mas com momentos igualmente distintos.

Rosamaria, maior pontuadora da Superliga, saiu com mais 14, insuficientes para evitar o 3 a 0.
(Foto: Ignácio Costa/Minas Tênis Clube)

O Minas, de maior investimento e ainda sem contar com suas recém-contratadas (Hooker e Jaqueline), ainda não encontrou sua melhor forma e tem sofrido nessa procura; Brasília, por outro lado, supera as expectativas e, em seis jogos, tem cinco vitórias, todas por 3 a 0.

A quinta foi conquistada justamente contra o time minas-tenista, que teve dificuldades em seu sistema defensivo e também no aproveitamento das chances cedidas pelo adversário, o que pode ser representado pelo baixo número de contra-ataques concluídos com eficiência. O time ainda passa por ajustes e testes e o técnico Paulo Coco, convivendo com essa irregularidade, tem quebrado a cabeça para tentar ajustar a equipe ainda sem os principais reforços para a temporada.

Como não poderia deixar de ser, a derrota diante de mais de 1300 torcedores não deixou o comandante nada satisfeito. No áudio abaixo, ele faz a avaliação do resultado e deste início de temporada, que tem um Minas, ainda em mudanças, com três vitórias e três derrotas e em sexto no torneio nacional. "Não podemos esperar Hooker e Jaqueline para jogar bola", cobrou:


Do outro lado, apesar de termos menos de um terço da competição realizada, há motivos para se orgulhar. O elenco comandado pelo ex-oposto (e ex-Minas) Anderson Rodrigues tem cumprido bom trabalho e apresentado velocidade e versatilidade de golpes, muito pela boa distribuição da levantadora Macris, que, literalmente, coloca todo mundo pra jogar. Não à toa, é a mais eficiente da Superliga, pelas estatísticas oficiais.

Entre os destaques está a veterana Paula Pequeno, bicampeã olímpica de 34 anos. Perguntada após o jogo sobre os motivos deste bom início do time, a nona maior pontuadora da Superliga (com 71 acertos) exalta o trabalho e o potencial para evolução: "somos uma pedra bruta que está se lapidando aos poucos", projetou.


Vivendo fases distintas, os dois times terão desafios pesados na sétima rodada. Na quarta (30), Brasília vai a Uberlândia encarar o vice-líder e invicto Dentil-Praia Clube; no sábado (3), o Minas vai a Osasco encarar o Vôlei Nestlé-SP.

Confira, em O Tempo, a matéria do jogo.

Veja aqui também a tabela de jogos da Superliga.

Aproveite para conferir a classificação atualizada.

Na página da Rádio B.A., mais áudios.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

'Surpresa', Karine retorna ao vôlei e também ao Minas

Experiente levantadora ficou um ano sem atuar para se dedicar à filha e volta para defender o Camponesa/Minas


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

21/09/2016 - Na última quinta-feira (15), durante a apresentação do Camponesa/Minas, certamente, uma das jogadoras mais felizes era a levantadora Karine Guerra. Após sua última partida, em março de 2015, ela precisou fazer difíceis escolhas. Grávida, teve sua primeira filha, Anna, em agosto do ano passado e resolveu dedicar-se à missão da maternidade no primeiro ano, ficando fora das quadras.

Agora, aos 37 anos, resolveu voltar. Karine assinou com o Minas para a temporada 2016/2017 e se diz surpresa com a forma como retorna às quadras. Além disso, para uma "fominha" assumida, conter a satisfação com a oportunidade é impossível. "Não teria como eu estar mais feliz neste momento", declarou a atleta, em entrevista à reportagem de O Tempo e Boleiros da Arquibancada.

Karine retorna ao Minas para segunda passagem pelo clube.
(Foto: Divulgação/Minas TC)

No áudio abaixo, a experiente levantadora gaúcha, campeã nacional e mundial de clubes e que defendeu o Minas em 2007/2008, fala sobre como se sente em seu retorno, sobre as escolhas feitas na hora da pausa e do retorno, e projeta a temporada. Ela também comenta a oportunidade de dividir posição com Naiane, uma das apostas na função para o futuro da seleção. Ouça:


Nessa terça (20), Karine esteve em quadra pelo Minas contra o Estudiantes, em Buenos Aires, estreando pela Superliga Metropolitana, torneio para o qual o clube de BH foi convidado. A levantadora atuou nos fins dos sets e marcou, em um ace, o ponto da vitória no fim da primeira parcial. A partida foi vencida por 3 a 0 (25/19, 25/9 e 25/15). Às 18h desta quarta (21), o desafio será contra o Ciudad de Buenos Aires.

Ouça também:
- Ainda em busca de reforços, Minas mantém interesse em Jaqueline
- Capitã Gattaz e jovem Domingas comentam reinício do Camponesa/Minas

Na página da Rádio B.A., mais áudios.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Capitã Gattaz e jovem Domingas comentam reinício do Camponesa/Minas

Enquanto central defenderá clube pela terceira temporada, ponteira é uma das novidades para a temporada 2016/2017


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

16/09/2016 - A versão 2016/2017 do Camponesa/Minas conseguiu manter várias jogadoras da última temporada, mas também conta com boas novidades. Uma delas é a jovem ponteira Domingas, que acaba de completar 22 anos, e chega ao clube para a grande chance da carreira. Chance essa que, aliás, não a assusta e, pelo contrário, enche-a de confiança na evolução e aprendizado ao lado de jogadoras mais experientes, assim como da comissão técnica, chefiada por Paulo Coco.

Domingas (à esquerda) é uma das novidades para a temporada.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Uma dessas experientes é a central Carol Gattaz, que, aos 34 anos, será capitã do time pela segunda temporada. Em seu terceiro ano em Belo Horizonte, Gattaz comenta a apresentação do Minas, realizada nessa quinta (15), e analisa as mudanças promovidas no elenco.


Já Domingas fez questão de agradecer a oportunidade e confiança depositadas sobre ela e promete muito trabalho e evolução nesta temporada. Ouça:

  
Na página da Rádio B.A., mais áudios.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Ainda em busca de reforços, Minas mantém interesse em Jaqueline

Supervisor da equipe, Jarbas Soares comenta interesse por ponta e oposta; selecionável segue nos planos, mas investimento é barreira


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

15/09/2016 - Apresentado oficialmente nesta quinta-feira (15), o elenco do Camponesa/Minas ainda não pode ser encarado como fechado para a temporada 2016/2017 do vôlei feminino. O terceiro colocado da última Superliga segue observando o mercado e em busca de jogadoras que possam atuar nas posições de ponteira e oposta, algo que o clube tem apostado recentemente.

Jaqueline foi o principal nome do Minas na temporada 2014/2015.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Além dos cinco reforços que já trabalham no Minas (a levantadora Karine, as ponteiras Domingas e Pri Daroit e as centrais Fran e Renata Maggioni), a diretoria ainda se esforça para trazer uma referência. Nome mais especulado, Jaqueline ainda é interesse do clube, que procura meios de viabilizar a contratação.

As conversas, iniciadas ainda antes dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, contaram também com o interesse da atleta, que defendeu o Minas na temporada 2014/2015 e também despertou o interesse de outras equipes.

Após a apresentação, conversamos com o supervisor da equipe, Jarbas Soares, para o Boleiros da Arquibancada e o portal/jornal O Tempo. O ex-treinador analisou a montagem do elenco, falou sobre possíveis contratações e confirmou o interesse em Jaqueline. Ouça:


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Rádio B.A. - De volta a BH, Léia e Paulo Coco analisam seleção e projetam ano do Minas

Depois dos Jogos Olímpicos, líbero e auxiliar do Brasil já voltaram aos trabalhos na pré-temporada do Camponesa-Minas


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

12/09/2016 - O insucesso nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro abalou a todos os membros da seleção brasileira feminina de vôlei, inevitavelmente. Dois deles estão em Minas Gerais e defendem o Camponesa/Minas pela segunda temporada seguida: a líbero Léia e o técnico Paulo Coco, auxiliar de José Roberto Guimarães.

Após o título do Grand Prix e a expectativa criada sobre as bicampeãs olímpicas, tornou-se impossível não sentir a derrota, mas, após semanas de descanso, a defensora e o treinador já viraram a página e focam na temporada 2016/2017 de clubes. Ainda que Léia e Paulo Coco já trabalhem no Minas, os dois ainda fazem reflexões sobre o que aconteceu no Rio, com o sonho finalizado com a apertada derrota diante da China, por 3 a 2, nas quartas de final.

Os dois conversaram com a reportagem do Jornal O Tempo e do Boleiros da Arquibancada nesta semana e trazemos os áudios abaixo.

Após participação nos Jogos Olímpicos, Léia já trabalha no Camponesa-Minas.
(Foto: Orlando Bento/Minas Tênis Clube)

Com o bom desempenho no Grand Prix, Léia conquistou a vaga olímpica nos últimos instantes, desbancando a então favorita Camila Brait. Certamente, neste aspecto, foi o grande destaque na lista de convocação, após ótima temporada também no Minas, terminando com o bronze da Superliga. Conosco, ela falou sobre a temporada com o Brasil e as mudanças no Minas.

Confira os assuntos, divididos por tempo:
0" - Avaliação geral da temporada 
30" - Análise coletiva da seleção
1'50'' - Análise individual
2'37'' - Jogo contra a China 
3'18'' - Foi a melhor temporada de Léia? 
3'50'' - Espaço conquistado na seleção? 
4'20'' - Aposentadoria de Camila Brait
5'10'' - Mudanças no Minas 
6'10'' - Pré-temporada fraca em Minas Gerais


Paulo Coco, mais uma vez, foi auxiliar de José Roberto Guimarães em um ciclo olímpico e retorna para continuar o trabalho iniciado no Minas na última temporada. Com ele, o papo foi mais longo. Falou da seleção de um modo geral, avaliando a temporada, mas também sobre jogadoras, como Sheilla (que se aposenta, assim como Fabiana), Léia (convocada), Thaisa (que deu declarações sobre possível aposentadoria da seleção), futuro da comissão técnica (Zé Roberto segue?), o Minas e os problemas no vôlei atual.

Confira os assuntos, divididos por tempo:
0'' - Avaliação geral temporada da seleção
1'05'' - Jogo contra a China
3'10'' - Problemas físicos pesaram?
6' - Sheilla se aposenta
7'41'' - Desempenho de Léia
9'50'' - Thaisa pedindo "mudanças" para retornar à seleção
10'40'' - Zé Roberto continua?
13'35'' - Mudanças no Minas e especulações
16' - Crise no vôlei



Na página da Rádio B.A., mais áudios.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Rádio B.A. - Judocas classificados aos Jogos Olímpicos comentam reta final para Rio 2016

Minastenistas Érika Miranda, Mariana Silva e Alex Pombo destacam ciclo olímpico e adversidades superadas até a vaga


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

23/06/2016 - Érika Miranda (52kg), Mariana Silva (63kg) e Alex Pombo (73kg) estão a 43 dias da realização do principal objetivo dos últimos quatro anos. Os judocas, todos do Belo Dente/Minas, representarão o Brasil em suas respectivas categorias nos Jogos Olímpicos, em agosto, no Rio de Janeiro. E, neste momento de reta final, é inevitável a ansiedade.

Nesta quinta-feira (23), os três concederam entrevista à imprensa de Belo Horizonte no Minas Tênis Clube e o Boleiros da Arquibancada e o portal/jornal O Tempo bateram um papo com os três. Em pauta, o ciclo olímpico, a expectativa para a disputa e, claro, as adversidades superadas.

Mariana Silva, Alex Pombo e Érika Miranda.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Érika Miranda, aos 29 anos, disputará sua segunda edição dos Jogos, mas esta poderia ser a terceira vez no maior evento esportivo do mundo. Em 2008, já em Pequim, ela teve de ser cortada, após uma lesão nos ligamentos do joelho direito. À época, Érika tinha apenas 21 anos. Agora, amadurecida e dois ciclos à frente, Miranda é referência no peso meio-leve e uma das esperanças de medalha para o Brasil no Rio.

Ouça a entrevista com Érika Miranda:


Mariana Silva, de 26 anos, também teve problemas, às vésperas de Londres 2012. Quatro meses antes dos Jogos, ela deslocou o ombro esquerdo. Com o trauma, sofreu uma lesão ligamentar em toda a volta do ombro, operando em outubro do mesmo ano.

A opção, à época, junto à comissão médica da seleção olímpica de judô, foi por tratar clinicamente até o torneio. Mariana fez fisioterapia todos os dias na preparação para sua primeira edição olímpica, porém, sem condição de treinamento. Agora, ela comemora uma reta final sem lesões graves e espera ir bem na categoria meio-médio.

Ouça a entrevista com Mariana Silva:


Alex Pombo não foge à regra, mas seu problema físico ocorreu bem mais recentemente. Em julho de 2015, quando defendia o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, o atleta de 27 anos rompeu totalmente o ligamento cruzado posterior e parcialmente o colateral lateral do direito, e acabou prejudicado na luta que valia o bronze. O período de recuperação durou cerca de três meses e, ainda assim, ele foi o melhor brasileiro no ranking de sua categoria, leve.

Ouça a entrevista com Alex Pombo:


Na página da Rádio B.A., mais áudios.

domingo, 27 de março de 2016

Entrevistas após Camponesa/Minas 3x1 Dentil/Praia Clube, pela Superliga Feminina

Minas-tenistas Naiane e Paulo Coco e praiana Michelle conversaram com o B.A. após o jogo 2 da semifinal, em BH


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

27/03/2016 - O Camponesa/Minas segue vivo na semifinal da Superliga Feminina de Vôlei 2015/2016. Após perder o primeiro jogo da melhor de três por 3 a 2 em Uberlândia, as minas-tenistas contaram com o fator casa e uma postura irrepreensível a partir do segundo set para saírem com a vitória contra o Dentil/Praia Clube por 3 sets a 1 (21/25, 25/17, 25/22 e 25/22), empatando a série em 1 a 1. O triunfo da tarde deste sábado (26) força a realização do jogo 3, às 21h desta segunda-feira (28), novamente na casa do Praia.

Naiane (#3) comemora com a ponteira Karol Tórmena; levantadora conseguiu pontuação alta contra o Praia.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Após o jogo deste sábado, acompanhado por quase três mil torcedores, representantes das duas equipes conversaram com a reportagem do Boleiros da Arquibancada e do jornal O Tempo.

A levantadora Naiane, um dos destaques do jogo, saiu com nove pontos, segundo o scout do B.A. e do Minas (um a menos que o oficial da CBV). Foi a maior pontuação da armadora na temporada e, possivelmente, a maior da carreira como profissional. Ela avaliou a atuação individual e coletiva e projetou o próximo duelo:


O técnico Paulo Coco é outro que avaliou o resultado e projetou o duelo desta segunda (28). Para ele, o diferencial é acreditar que é possível vencer:


Para a ponteira Michelle, um dos destaques do Praia, a estratégia de saque do Minas pesou contra o time de Uberlândia:


Na página da Rádio B.A., mais áudios.

domingo, 20 de março de 2016

Minas-tenistas lamentam eliminação precoce e reforçam desejo de permanência

Após derrota para Taubaté e eliminação nas quartas da Superliga, Nery, Flávio, Escobar e Lucianinho analisaram o ano do maior campeão nacional


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

20/03/2016 - Talvez não tenha sido o ano que a história do Minas Tênis Clube exige. Eliminados nas quartas de final da Superliga Masculina de Vôlei 2015/2016 neste domingo, dia 20 (após dolorosa derrota para o Funvic-Taubaté por 3 a 2, em BH), os minas-tenistas Nery Tambeiro, Flávio, Lucianinho e Escobar conversaram com a reportagem do Boleiros da Arquibancada e do Jornal O Tempo e foram unânimes na opinião de que era possível chegar um pouco mais longe e no desejo de permanência no clube da Rua da Bahia para 2016/2017.

Porém, ainda faltam algumas definições. O Minas, sétimo colocado neste ano, busca fechar rapidamente um patrocínio master para a próxima temporada, o que dá a possibilidade da permanência de atletas importantes e também da contratação de nomes de peso, para reerguer o maior campeão nacional, mas que não alcança finais desde a década passada.

Lucianinho se orgulhou de mais um ano defendendo as cores do Minas.
(Foto: Divulgação/Minas TC)

Orgulho

Emocionado após o término da campanha, o experiente líbero Lucianinho não escondeu o orgulho em defender a camisa de um clube onde sempre sonhou trabalhar. "Agradeço a oportunidade de ter defendido as cores do Minas. Foi muito difícil me tornar um jogador, e dentro de todas as dificuldades que tive na minha vida, sempre almejei jogar nesse clube. Não há clube com maior tradição no Brasil do que o Minas. Toda vez que vinha para cá treinar e vestia a camisa de jogo, para mim era motivo de imensa satisfação", afirmou.

Ouça abaixo a entrevista completa com o líbero, que também analisou a campanha e falou sobre destaques como Flávio e Escobar:


A grande surpresa

Individualmente, a temporada foi muito interessante para o central Flávio. Componente da seleção brasileira nos Jogos Pan-Americanos em 2015, o meio de rede de 22 anos foi titular em todos os jogos do Minas na Superliga, apresentando clara evolução e aparecendo como uma das grandes revelações recentes do vôlei nacional.

Ele também avaliou a temporada, em seu oitavo ano no clube:


Fala, professor

Nery Tambeiro comandou o Minas pelo segundo ano seguido, no processo de consolidação como treinador de ponta no vôlei brasileiro. Na primeira temporada, surpreendeu ao alcançar as semifinais com um belo trabalho. Neste ano, manteve o foco, mas não conseguiu o mesmo resultado, também pela limitação no número de peças do elenco e o baixo investimento.

Claramente entristecido com a eliminação, o técnico também comentou o ano:


Tem proposta, mas quer ficar

Após o segundo ano consecutivo como principal pontuador da temporada, o oposto cubano Escobar tem propostas para deixar Belo Horizonte, assim como no ano passado. Os números são interessantes, vindos do exterior. Ainda assim, o gringo afirma que quer ficar em BH, no clube que apostou em seu voleibol.


As semifinais da Superliga Masculina começam no próximo fim de semana, com confrontos entre Sada Cruzeiro e Sesi-SP e entre Funvic-Taubaté e Brasil Kirin. O calendário completo será confirmado pela CBV.

Na página da Rádio B.A., mais áudios.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Inexperiência em playoffs pesou contra Rio do Sul na abertura das quartas, segundo treinador

Após quatro sets equilibrados, equipe catarinense caiu drasticamente no tie-break para o Minas, que venceu por 15 a 3


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

14/03/2016 - Com boa campanha na primeira fase da Superliga Feminina de Vôlei 2015/2016, principalmente pelo desempenho em casa, o Rio do Sul/Equibrasil até endureceu boa parte do longo jogo contra o Camponesa/Minas, na abertura das quartas de final, em BH. Porém, o quinto set foi muito abaixo do normal. Com a levantadora Naiane encaixando sequência de 10 saques seguidos, o Minas chegou a abrir 10 a 0 e fechou o tie-break em 15 a 3, contando com a queda brusca no nível de jogo adversário, de maneira incomum.

Spencer crê que falta de maturidade em mata-matas prejudicou Rio do Sul.
(Foto: Alexandre Arruda/CBV)

Para o técnico Spencer Lee, a inexperiência da maioria de suas atletas na disputa de playoffs foi o principal fator que pesou contra. "A nossa equipe só tem quatro jogadoras que participaram dos playoffs no ano passado. Na hora de decidir, pesou um pouco essa inexperiência do grupo", avaliou ao Boleiros da Arquibancada após a partida.

Ouça abaixo a análise completa do técnico da equipe catarinense, após a derrota de sua equipe por 3 a 2, neste sábado (12):


O segundo jogo entre Minas e Rio do Sul, pelas quartas da Superliga, será realizado às 21h30 da próxima terça-feira (15), no interior catarinense. Se necessário, o terceiro jogo será novamente em Belo Horizonte, já que a equipe mineira fez melhor campanha na primeira fase (3º contra 6º). A vencedora da série encara o melhor de Dentil/Praia Clube x Sesi-SP (0-1).

Na página da Rádio B.A., mais áudios.

domingo, 13 de março de 2016

Destaques contra Rio do Sul, Rosamaria e Valquíria comprovam força coletiva do Minas

Começando no banco, oposta e central foram fundamentais na virada no primeiro jogo das quartas, encerrado em um avassalador quinto set minas-tenista


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

13/03/2016 - O primeiro desafio do Camponesa/Minas pelas quartas de final da Superliga Feminina de Vôlei 2015/2016 foi fechado de forma dramática, mas com sucesso. Em casa, neste sábado (12), contra o Rio do Sul/Equibrasil, as donas da casa começaram mal, desatentas, sobretudo no trabalho de recepção do saque adversário, e estiveram em desvantagem em dois momentos da partida. Ainda assim, para a virada concretizada com um incrível 15 a 3 no tie-break (chegaram a abrir 10 a 0), as minas-tenistas contaram com a força do fator coletivo.

Rosamaria e Valquíria chamaram a atenção na vitória do Minas.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Dois nomes em especial chamaram a atenção (além da ponteira Mari Paraíba, que anotou 22 pontos, e de Tandara, que fez 18 e foi escolhida a melhor em quadra): a oposta Rosamaria e a central Valquíria. A primeira, que começou a temporada como titular e acabou indo para o banco com a evolução de Tandara, foi fundamental nos dois últimos sets, em sua função habitual: na saída de rede, onde apresentou grande evolução nos últimos anos.

Em conversa com o Boleiros da Arquibancada e Jornal O Tempo após a partida, a camisa 9 se emocionou por ter conseguido ser importante na vitória após uma temporada, segundo ela, de dificuldades. "Esse foi o jogo para eu tirar todas as dúvidas que tinha na minha cabeça", avaliou. Ouça:


Já a meio de rede Valquíria, pela primeira vez na temporada, foi titular em três sets seguidos. Entrando normalmente ao longo dos jogos na função de sacadora e procurando espaço, Val fez mais neste sábado. Ela substituiu Mara no segundo set para não sair mais e, apesar de ter apenas seis pontos contabilizados pela estatística oficial da CBV, foi fundamental na formação de bloqueios no jogo. A camisa 11 também conversou conosco após o duelo:


O segundo jogo entre Minas e Rio do Sul, pelas quartas da Superliga, será realizado às 21h30 da próxima terça-feira (15), no interior catarinense. Se necessário, o terceiro jogo será novamente em Belo Horizonte, já que a equipe mineira fez melhor campanha na primeira fase (3º contra 6º).

Outras séries

Dois visitantes venceram e têm a chance de fechar em casa as quartas. Irregular e jogando muito abaixo na primeira fase, o Sesi-SP (7º na etapa classificatória) surpreendeu o Dentil/Praia Clube (2º), com o triunfo por 3 a 0 (25/20, 25/18 e 25/19), em Uberlândia. Já o grande favorito Rexona-Ades, em São Paulo, confirmou seu status de time a ser batido ao derrotar o Pinheiros com tranquilidade, caindo um pouco apenas no set final (25/19, 25/16 e 25/23).

O Vôlei Nestlé, assim como o Minas, confirmou a vitória em casa ao fazer 3 a 0 contra o Terracap/Brasília, em Osasco (25/19, 25/21 e 25/18), sem muitos problemas.

Na página da Rádio B.A., mais áudios.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Possíveis companheiras na seleção, Dani Lins e Tandara torcem por retorno de Fabíola

Grávida há seis meses, levantadora trabalha para voltar a tempo de disputar Jogos Olímpicos do Rio. Companheiras torcem por ela


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

14/02/2016 - Há um mês, em entrevista ao SporTV, o técnico da seleção brasileira feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, confirmou que aguarda pelo retorno da levantadora Fabíola e conta com ela para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, disputados em agosto. Fabíola, grávida há seis meses de sua segunda filha, terá três meses para se recuperar e estar à disposição do Brasil. E, para isso, já trabalha em Brasília para voltar bem. Duas possíveis companheiras da jogadora no Rio 2016, a levantadora Dani Lins, do Vôlei Nestlé, e a oposta Tandara, do Camponesa/Minas, comentaram o tema em entrevista ao Boleiros da Arquibancada na última sexta-feira (13).

Dani Lins confia na presença de Fabíola nos Jogos Olímpicos.
(Foto: Pedro Vilela/Fotojump/Divulgação Vôlei Nestlé)

Após a declaração de Zé Roberto, Dani Lins ainda não conversou com Fabíola. A última vez foi ainda nos preparativos do seu casamento com o central Sidão, realizado em dezembro do ano passado. Provável titular, Dani sabe da importância do possível retorno da levantadora do Volero Zurich, da Suíça, para o sonho do tri olímpico. O detalhe é que Dani e Fabíola poderiam ser as levantadoras em Londres 2012, mas a segunda foi cortada um mês antes, preterida por Fernandinha.

A levantadora do time de Osasco falou também sobre o caso da oposta Sheilla, que tem convivido com a reserva na Turquia, e também se diz confiante nesse caso:


Já Tandara vive situação parecida com a de Fabíola, mas teve maior prazo para se recuperar e está chegando à sua melhor forma física e técnica pelo Camponesa/Minas. Após o nascimento da filha Maria Clara em setembro do ano passado, a atacante tem evoluído a cada dia para também estar na próxima Olimpíada. Tandara confia nessa possibilidade e também torce por Fabíola:


Na página da Rádio B.A., mais áudios.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Rádio B.A. - Fundamentais, Tandara e Carol Gattaz comemoram boa atuação diante do Nestlé

Oposta e central foram dois dos importantes nomes em nova vitória do Camponesa/Minas contra o Osasco, pela Superliga Feminina


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

13/02/2016 - Como você acompanhou aqui no Boleiros da Arquibancada, o Camponesa/Minas conquistou grande vitória na noite desta sexta-feira (12), em jogo da 19ª rodada da Superliga Feminina de Vôlei 2015/2016. Diante do Vôlei Nestlé, de Osasco, as minas-tenistas venceram por 3 sets a 1 e roubaram a terceira posição, que pertencia à equipe paulista, há três rodadas do fim.

Para a conquista do resultado positivo na Arena Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, três nomes foram fundamentais: a ponteira Carla, que anotou 14 pontos e foi escolhida a melhor em quadra; a central e capitã Carol Gattaz, responsável por 15 pontos, inclusive o da vitória em bloqueio sensacional sobre a cubana Carcaces; e a oposta Tandara, maior pontuadora com 19 acertos. As duas últimas conversaram com o B.A. após a partida.

Carol Gattaz foi fundamental na vitória contra Osasco, marcando, inclusive, o bloqueio final.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Carol Gattaz iniciou a temporada com números importantes. Com pontuação de dois dígitos em grande parte dos jogos, a capitã da equipe foi peça fundamental na equipe de Paulo Coco desde o começo da competição. Porém, nas últimas partidas, não vinha sendo muito efetiva no ataque, fruto também de uma distribuição diferente da jovem levantadora Naiane. Na vitória diante do Nestlé, Gattaz voltou a ser fundamental ofensivamente e chamou a responsabilidade para ajudar no resultado positivo.

Abaixo, ouça as palavras da gigante Carol Gattaz após a partida, analisando o momento individual e coletivo na Superliga Feminina:


Já a oposta Tandara vem sendo cada vez mais importante para o time minas-tenista. Grande contratação da temporada e cada vez mais próxima das condições físicas ideais, a campeã olímpica vê as atuações consistentes deixarem de ser esporádicas, tornando-se mais comuns. Foi o caso da partida desta sexta. Tandara comemorou a bela apresentação diante do time paulista:


Veja também o resumo da 19ª rodada da Superliga Feminina.

Confira a matéria de Camponesa/Minas 3x1 Vôlei Nestlé.

Na página da Rádio B.A., mais áudios.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Rádio B.A. - Rosamaria e Tandara avaliam 1ª atuação juntas no Minas

Jogadoras deixam claro que preferem atuar como nesta terça-feira, no 3º set contra Valinhos: Rosamaria como oposta e Tandara como ponteira


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

03/02/2016 - Há cerca de 10 dias, em conversa com o Boleiros da Arquibancada, o técnico Paulo Coco admitiu que não tem como primeira opção trabalhar com as atacantes Tandara e Rosamaria juntas como titulares no Camponesa/Minas. Até então, o comandante demonstrou que entendia que as duas lutavam pela mesma posição, como opostas titular e reserva do time de Belo Horizonte. Porém, a tranquila vitória desta terça-feira (2) diante do Renata Valinhos/Country permitiu alguns testes. A líbero Laís e a ponteira Karol Tórmena, ambas jovens e reservas, por exemplo, ganharam mais tempo de quadra. E, além disso, Rosamaria e Tandara atuaram juntas pela primeira vez, durante todo o terceiro set.

 Tandara atuou na ponta pela primeira vez na temporada.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Rosamaria atuou na posição em que se habituou a jogar nos últimos anos, como oposta. Já Tandara, diferentemente do que tem feito nesta temporada, voltou a jogar como ponteira, como atuou nos últimos anos, antes ainda da gravidez. As duas avaliaram positivamente a primeira partida juntas em conversa com o B.A. após a vitória diante de Valinhos.

Primeiro, Rosamaria, oitava maior pontuadora da Superliga com 218 acertos, dá sua opinião sobre a experiência promovida por Paulo Coco:


Satisfeita por estar ganhando mais minutos em quadra, Tandara gostou da primeira partida como ponteira, função em que se sente mais confortável:


Na página da Rádio B.A., mais áudios.

Confira também a matéria de Minas 3x0 Valinhos.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Rádio B.A. - Melhor em quadra contra Valinhos, Naiane comemora amadurecimento no Minas

Levantadora foi a principal revelação da última temporada e celebra segundo ano de aprendizado como titular do Camponesa/Minas


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

02/02/2016 - Normalmente, a posição de levantadora exige um pouco mais de tempo para o amadurecimento da jogadora. Por ser a líder do time na armação de jogadas, o que aumenta e muito a responsabilidade, não é tão normal ver jovens atletas dominando a posição em grandes equipes de voleibol. A paraense Naiane Rios, de 21 anos, é a exceção que comprova a regra. Em seu segundo ano no Camponesa/Minas, a camisa 3 vive sua segunda temporada como titular. Em 2014/2015, ela foi a principal revelação da Superliga, arrancando elogios até de Bernardinho. Já em 2015/2016, como dona absoluta da posição no quarto colocado do nacional, ela fala firme. Apesar de comemorar o amadurecimento, sabe que ainda tem muito para evoluir.

"A Naiane que estreou (em 2014/2015) foi muito boa, pela temporada que fiz e pelas coisas que conquistei. Mas como a vida é um aprendizado, eu espero estar no caminho certo", avaliou Naiane em conversa com o Boleiros da Arquibancada nesta terça-feira (2), após a vitória sobre o Renata Valinhos/Country, jogo em que foi escolhida a melhor em quadra.

Naiane vive segunda temporada pelo Camponesa/Minas, as duas como titular.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

Nesta temporada, Naiane aparece como a sexta colocada em eficiência no levantamento, com 15,1% de acerto, 0,3% a menos que Ananda, do Pinheiros, quinta colocada. No primeiro turno da última Superliga, ela conseguiu 17,58%, também com o sexto melhor desempenho em números, em meio a uma lista que contava com a selecionável Macris e as experientes Carol Albuquerque e Dani Lins.

Abaixo, ouça nossa entrevista com Naiane, gravada na Arena da Rua da Bahia nesta terça-feira. A levantadora comenta sua temporada pelo Minas e também o desempenho do clube em 2015/2016:


Na página da Rádio B.A., mais áudios.

Confira também a matéria de Minas 3x0 Valinhos.

Em entrevista ao B.A., Bruno Soares comenta conquistas na Austrália, sequência da temporada e Rio 2016

Mineiro foi duas vezes campeão do Australian Open no último fim de semana e segue confiante em um grande 2016. Objetivo é terminar entre os 5 melhores do mundo


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

02/02/2016 - O tênis brasileiro terminou 2015 e começou 2016 com grandes notícias. No fim do ano passado, Marcelo Melo foi o primeiro brasileiro desde Gustavo Kuerten (2000) a terminar uma temporada como líder de um ranking mundial da ATP, sendo o número 1 nas duplas. Já neste ano, o grande feito ficou por conta de outro mineiro, Bruno Soares, que conquistou o Australian Open 2016 em duas chaves distintas — duplas masculinas e duplas mistas —, em um janeiro que tem sido especial (também com uma semifinal e um título em ATPs 250).

Soares ao lado de Vesnina, após o título nas duplas mistas.
(Foto: Jason Lockett/Tennis Australia/Divulgação Australian Open)

Nas duplas masculinas, a parceria foi com o britânico Jamie Murray, com quem vem demonstrando entrosamento impressionantemente rápido. Já nas mistas, o troféu veio com a russa Elena Vesnina, velha conhecida desde os tempos em que Soares formava dupla com outra russa, Ekaterina Makarova, com quem conquistou um dos seus outros dois Grand Slams, o US Open 2012 — o brasileiro também venceu o Aberto dos Estados Unidos de 2014 com a indiana Sania Mirza.

Para se ter uma ideia do tamanho das conquistas, Soares é o primeiro homem brasileiro a conseguir os dois troféus em um mesmo Slam. No feminino, apenas Maria Esther Bueno também tem duas conquistas em uma mesma edição de um dos quatro torneios — Wimbledon 1960 e US Open 1966 (em simples e duplas femininas), o último título há 50 anos.

Em conversa com o Boleiros da Arquibancada na tarde desta terça-feira (2), apenas dois dias após o domingo mágico, Bruno Soares comentou as duas conquistas na Austrália, analisou a sequência da temporada e também falou sobre os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, onde entrará em quadra ao lado do amigo Marcelo Melo. Aos 33 anos, o agora número 10 do mundo (ganhou 12 posições nesta semana) tem objetivo de terminar 2016 entre os cinco melhores duplistas do mundo:

Ouça abaixo o bate-papo com o campeão:


Na página da Rádio B.A., mais áudios.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Possível ausência de Mari Paraíba não deve fazer Paulo Coco utilizar Tandara e Rosamaria juntas no Minas

Caso a ponteira não se recupere de um problema no joelho, Minas deve ter Samara como titular na semi da Copa Brasil

De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

25/01/2015 - Tandara e Rosamaria concorrem pela mesma posição no Camponesa/Minas. Após o duelo da última sexta-feira (22) contra o Terracap/Brasília, pelas quartas de final da Copa Brasil, o técnico Paulo Coco deixou claro que não tem como primeira intenção utilizar as duas atacantes juntas, uma como oposta e outra como ponteira, como já atuaram em outros momentos da carreira. Em uma possível ausência de Mari Paraíba (se recupera de inflamação nos joelhos) na semifinal da Copa Brasil, contra o Dentil/Praia Clube, na próxima sexta-feira (29), em Campinas, Samara deve ser utilizada como titular, ainda com a indefinição sobre quem começa na função de oposta no duelo marcado para as 19h (de Brasília).

O que se sabe é que Paulo Coco quer contar com Tandara a maior parte do tempo na quadra, para que ela melhore seu condicionamento e chegue aos playoffs em condições ao menos próximas à que estava antes da gravidez. Além dos possíveis dois jogos da Copa Brasil, o Minas ainda tem seis partidas no segundo turno da Superliga Feminina, antes das quartas de final.

Tandara tem ganhado mais tempo de quadra, o que é a intenção de Paulo Coco.
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)

No duelo da última sexta, Tandara começou entre as titulares, mas com o rendimento um pouco inferior ao esperado, acabou perdendo posição para Rosamaria, que foi a segunda maior pontuadora da partida, com 17 acertos, um a menos que a hoje incontestável Carla. A situação já foi a inversa em jogos anteriores, como no duelo contra o próprio Brasília, só que pela Superliga, no último dia 12. Naquela ocasião, Tandara saiu do banco para anotar 23 pontos e ser o grande destaque da vitória por 3 sets a 1, em sua primeira grande atuação com a camisa minas-tenista.

Dentro desse contexto, o Minas para a semifinal contra o Praia Clube deve ser o mesmo que começou as quartas contra o Brasília, com a levantadora Naiane, a oposta Tandara (ou Rosamaria), as ponteiras Samara e Carla, as centrais Carol Gattaz e Mara e a líbero Léia. O desafio é vencer um clássico pela primeira vez na temporada, já que em quatro oportunidades até aqui (duas pelo Mineiro e duas pela Superliga), o time uberlandense saiu vencedor em todas elas. 

Abaixo, confira a entrevista gravada com o técnico Paulo Coco após a classificação à semifinal da Copa Brasil. O técnico começa falando sobre a situação de Mari Paraíba, poupada após ser detectada a inflamação nos joelhos:


sábado, 23 de janeiro de 2016

Rádio B.A. - Completando 34 anos, Paula Pequeno fala sobre ano em Brasília e seleção: "não é uma coisa que eu almejo"

Em grande temporada pelo Terracap/Brasília, bicampeã olímpica cobra mais consistência no clube e diz não pensar em seleção, apesar de não descartar a possibilidade


De Belo Horizonte.
Por João Vitor Cirilo.

23/01/2016 - A temporada 2015/2016 tem sido muito proveitosa para Paula Pequeno. Desde o início, a ponteira do Terracap/Brasília tem se mantido como uma das maiores pontuadoras da Superliga Feminina de Vôlei (inclusive ocupando a liderança do ranking em algumas rodadas) e ajudado a equipe brasiliense a se manter entre as cinco primeiras colocadas. Atualmente a quinta maior pontuadora com 237 pontos em 16 jogos (média de 14,8 por partida), a bicampeã olímpica não conseguiu evitar a derrota do Brasília para o Camponesa/Minas nesta sexta (22), pelas quartas da Copa Brasil, mas, ainda assim, foi a maior pontuadora da equipe com 12 acertos, no dia do seu aniversário de 34 anos. 

Após a partida, Paula conversou com o Boleiros da Arquibancada e comentou a boa temporada que vem fazendo, comentou que o Brasilia ainda pode e precisa render muito mais e também falou sobre um possível retorno à seleção brasileira, que não foi descartado por ela, apesar de não estar em suas pretensões.

Paula tenta furar o bloqueio de Tandara e Mara, na derrota desta sexta. 
(Foto: Orlando Bento/Minas TC)


Ouça abaixo nossa conversa com Paula Pequeno, gravada após Minas 3x1 Brasília, nesta sexta (22):