Do Rio de Janeiro.
Por Bernardo Peregrino.
03/05/2012 - Nessa quarta feira (02), o Vasco, jogando em São Januário, venceu o Lanús – ARG por 2 a 1, no jogo de ida das oitavas de final da Taça Libertadores da América. O resultado permite que o cruzmaltino empate ou, até mesmo, perca por um gol de diferença – desde que marque dois gols – o confronto de volta, que acontecerá na quarta feira que vem, em Buenos Aires. Apesar da vitória, o meia Felipe saiu irritado de campo ao ser substituído, durante o segundo tempo, e nem mesmo ficou no banco de reservas.
Por Bernardo Peregrino.
03/05/2012 - Nessa quarta feira (02), o Vasco, jogando em São Januário, venceu o Lanús – ARG por 2 a 1, no jogo de ida das oitavas de final da Taça Libertadores da América. O resultado permite que o cruzmaltino empate ou, até mesmo, perca por um gol de diferença – desde que marque dois gols – o confronto de volta, que acontecerá na quarta feira que vem, em Buenos Aires. Apesar da vitória, o meia Felipe saiu irritado de campo ao ser substituído, durante o segundo tempo, e nem mesmo ficou no banco de reservas.
Os jogadores do Vasco esperaram Cristóvão para deixar o campo
(Foto: Wagner Meier / Ag. Estado)
O Vasco entrou em campo já preparado para fazer um jogo de paciência. Por isso, Cristóvão optou por escalar, no time titular, Felipe e Juninho Pernambucano – coisa que, desde a derrota para o Nacional-URU na estréia da Libertadores, não acontecia com regularidade. O cruzmaltino respondeu bem à escolha de seu técnico e trabalhou bastante a bola na primeira etapa, tentando furar a retranca do Lanús. Contudo, foi o time argentino quem teve a primeira chance: aos 24, Regueiro se enroscou com a zaga e achou Valeri livre, pela direita. O meia entrou na área e tentou tocar por cima de Fernando Prass, que se esticou e fez a defesa.
Logo depois, o Vasco conseguiu marcar. Eder Luis cruzou, pelo lado direito, do bico da grande área e Alecsandro, de coxa, desviou para tirar Marchesín da jogada, aos 25. O gol aliviou o Vasco, que, até então, só havia ameaçado em chutes de fora da área. Com 38 minutos jogados, Diego Souza ensaiou o lance que conseguiria executar depois. Primeiro, o camisa 10 recebeu um lançamento na área e tentou fazer um giro no ar, mas a bola acabou sobrando para Alecsandro bater por cima. Aos 42, veio o golaço: Diego Souza dominou, deu um belo chapéu no zagueiro e bateu forte no canto esquerdo para marcar um lindo gol.
Se o Vasco pensava em administrar o resultado no segundo tempo, rapidamente tomou um susto que fez mudar a mentalidade da equipe. Com 2 minutos, Regueiro recebeu pela esquerda e sofreu pênalti, mas o bandeira marcou impedimento quando o uruguaio recebeu a bola. Aos 17, Regueiro não perdoou. Sempre pela esquerda, ele se aproveitou da falha de Fágner na marcação e recebeu sozinho na área para bater forte, na saída de Prass. Em seguida ao gol, Cristóvão tirou Felipe para colocar Fellipe Bastos, no que foi prontamente chamado de burro pela torcida.
A temperatura do jogo esfriou, e só voltou a aquecer um pouco quando Eder Luis foi levando a bola pela direita, driblou para o meio e bateu de canhota para uma grande defesa de Marchesín. O Lanús ainda teve uma chance claríssima para empatar o jogo, mas Teo Gutiérrez bateu por cima, aos 40. Após o apito final, a torcida vaiou Cristóvão, que saiu de campo junto com os jogadores do cruzmaltino.
Vasco: Fernando Prass, Fágner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Romulo (Eduardo Costa), Juninho Pernambucano, Felipe (Fellipe Bastos) e Diego Souza (Carlos Alberto); Eder Luis e Alecsandro. Téc.: Cristóvão
Lanús: Marchesín, Araujo, Goltz, Braghieri e Velázquez; Fritzler, Camoranesi (Gonzalez), Pizarro e Valeri (Romero); Regueiro e Pavone (Gutiérrez). Téc.: Gabriel Schurrer

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